Trabalhando com modelo num código grande e mal arquitetado, o gargalo não é geração, é avaliar a saída contra uma régua subjetiva que mora só na cabeça de uma pessoa. Sobre especificação como fonte da verdade, código como artefato de build, por que SOLID e hexagonal ganham um motivo novo pra existir, e o Teste do Joel revisitado para a era do modelo.
SyncthingiOSOpen SourceSwiftUIGoDesenvolvimento Assistido por IA
A história do SuperSynch, um app iOS open source que embute a engine Go do Syncthing pra que o iPhone seja um dispositivo real na rede Syncthing, não um controle remoto. Construído em uns dois dias com o Claude, incluindo o pivot que salvou o projeto, os detalhes de embedding que exigiram debug de verdade, e por que é tudo MPL-2.0 como o próprio Syncthing.
Toda sessão nova do Claude Code começa relendo a base de código antes de conseguir ajudar em algo real, e num projeto de tamanho decente isso custa tempo e dinheiro sem alarde. O Graphify monta o mapa uma vez, salva, e entrega pro Claude na sessão seguinte. Um passo a passo curto do que é, como instalar e por que funciona de verdade.
Um gráfico viral de 1875 desenhado por um fazendeiro de Ohio afirma ter cronometrado todos os crashes do mercado. Testado contra retornos reais desde 1928, a história do timing desmorona. O que sobra é um sinal velho e chato: preço.
Tradução para o português do manifesto anti-Palantir de Harry Halpin, publicado originalmente no blog da Nym. Vinte e dois pontos sobre a responsabilidade moral de quem programa a Internet, o tecnofascismo, e por que o código é hoje o único suporte real do direito à privacidade.
A história de a² + b² = c², a equação simples o bastante pra uma criança ler que levou três séculos e meio pra ser provada. Da nota na margem de Fermat até a prova de Wiles, e o que ela abre sobre o que significa ‘resolver’ alguma coisa.
Se uma máquina resolvesse todo problema aberto numa caixa selada, sem ninguém pra ler os resultados, alguma coisa teria mesmo sido resolvida? Parte 2 de uma reflexão que começa no Último Teorema de Fermat e vai parar num incômodo: entendimento precisa pousar numa mente.
Franklin listou treze virtudes aos vinte anos e passou a vida marcando as próprias faltas num caderninho. Peguei a ideia, mas com sete virtudes minhas e um agente no Telegram no lugar do papel. Sobre humildade, escuta, e por que caderno de papel dura três dias.
Um poema curto e uma confissão ainda mais curta. Não tenho Bitcoin. O pouco que eu tinha foi vendido para pagar as contas, e nunca comprei nada. Nunca caí na religião maxi, e disso tenho um orgulho quieto.
Como um post do Adam Back no X iniciou uma reflexão sobre o design ingovernável do Bitcoin, o Hashcash como filtro de spam baseado em mercado, a visão de Hayek sobre moedas concorrentes, e se múltiplos sistemas Bitcoin compartilhando SHA-256 tornariam o ecossistema mais difícil de capturar via política energética.